Depois de fundar duas software houses e gerenciar operações do jeito difícil,
desenvolvi uma metodologia própria de gestão de projetos tech.
O que ofereço:
→ Arquitetura de infraestrutura para empresas em crescimento
→ Definição de stack tecnológica (evita custos futuros de migração)
→ Gestão de entregas com transparência total para o cliente
Meus clientes acompanham tudo em tempo real através do Slices - uma
plataforma que criei justamente para resolver o problema de transparência
e organização em operações de desenvolvimento.
Automação mal feita é pior que processo manual. Aprendi isso da forma difícil.
Antes de conectar qualquer ferramenta, faço três perguntas:
1. Esse processo precisa existir? (muitas vezes a resposta é não)
2. Vale a pena automatizar ou é melhor simplificar?
3. Se a automação quebrar, o negócio para?
Só depois disso venho com a solução técnica: n8n, Zapier, APIs customizadas,
ou até mesmo "não automatizar agora".
O resultado: automações que economizam tempo e dinheiro de verdade — sem criar
dependências frágeis que quebram no pior momento.
A tecnologia deve se adaptar ao seu negócio, e não o contrário!
Nos últimos anos construí desde sistemas que centralizaram operações
inteiras de empresas até infraestruturas de 6 dígitos que permitiram
escala sem colapso.
O diferencial? Arquitetura pensada para evoluir, não para ser refeita.
Quando você precisa adicionar uma nova funcionalidade, leva dias, não meses.
Quando sua base de usuários dobra, o sistema aguenta.
É isso que separa um sistema bem feito de um problema futuro caro de resolver.
Sistemas que funcionam hoje e escalam amanhã. Depois de 15 anos resolvendo
gargalos de crescimento, aprendi que o maior custo não é desenvolver - é
refazer porque foi mal planejado desde o início.
Desenho infraestrutura pensando 3 passos à frente: quando sua operação
dobrar, o sistema aguenta? Quando precisar integrar um novo canal, leva
dias ou meses? A documentação é clara?
É a tecnologia que se adapta ao seu negócio, não o contrário.
Construí sistemas robustos muito antes de IA virar trend. Hoje uso IA como
o que ela é: uma ferramenta para acelerar desenvolvimento, não substituir
competência técnica.
A diferença entre um "projeto com IA" que funciona e um que vira problema
está na base: arquitetura de dados, segurança, performance.
Se você quer usar IA no seu negócio (chatbots, automações, análise de dados),
eu tenho a base técnica para implementar de forma sólida que não quebram em produção.
Não negocio o básico: sistemas precisam ser rápidos, seguros e aguentar crescimento.
Em 15 anos, já vi projetos falharem não por falta de features, mas por decisões
técnicas ruins no início: banco de dados mal estruturado, arquitetura que não
escala, código impossível de manter.
Evito isso planejando desde o dia 1. E quando uso IA no desenvolvimento, é para
acelerar sem comprometer qualidade — meus clientes têm sistemas entregues mais
rápido, mas com a mesma solidez técnica.
O resultado: menos bugs, menos refatoração, mais tempo focado em crescer o negócio.
"Fazer funcionar" é fácil. Agora, fazer funcionar por anos sem gerar custo de
manutenção infinito é meu jogo!
Já integrei mais de 50 APIs: gateways de pagamento, ERPs e CRMs.
Quando projeto uma integração, penso em:
→ Resiliência (se a API cair, seu sistema continua funcionando?)
→ Manutenibilidade (mudanças futuras são fáceis ou traumáticas?)
→ Monitoramento (você sabe quando algo quebra antes do cliente reclamar?)